Recifes Costeiros - Coral

10/04/07

O Instituto Recifes Costeiros foi criado em outubro de 2001 a partir do trabalho desenvolvido por um grupo de pesquisadores que atuavam no Projeto “Iniciativa de Manejo Integrado para o Sistema Recifal Costeiro entre Tamandaré – PE e Paripueira – AL”, conhecido como “Projeto Recifes Costeiros”.

http://www.recifescosteiros.org.br

Um recife de coral, sob o ponto de vista geomorfológico, é uma estrutura rochosa, rígida, resistente à ação das ondas e correntes marinhas, e construída por organismos marinhos portadores de esqueleto calcário (Leão, 1994). Em geral, os recifes de coral ocorrem em águas rasas, quentes e claras (Thurman, 1997). Portanto, são encontrados em mais de 100 países e territórios através dos trópicos. Sua beleza é lendária e sua importância, indiscutível, por se tratar do ecossistema mais diverso dos mares e por concentrar, globalmente, a maior densidade de biodiversidade de todos ambientes marinhos (Hogdson, 1996; Adey, 2000). Estimativas indicam que, em nível mundial, os recifes de coral contribuem com quase 375 bilhões em bens e serviços, por meio de atividades como pesca, turismo e proteção costeira (Wilkinson, 2002).

No total, acredita-se que 500 milhões de pessoas que vivem em países em desenvolvimento têm algum tipo de dependência associada aos recifes de coral (Wilkinson, 2002). A saúde desse ecossistema afeta diretamente essas pessoas. No entanto, os recifes de coral estão seriamente ameaçados. Estima-se que 27% dos recifes do mundo inteiro já foram degradados de forma irreversível. No ritmo atual, previsões indicam que uma perda semelhante ocorrerá nos próximos 30 anos (WWF, 2002).

O monitoramento dos recifes de coral é especialmente importante devido à correlação encontrada entre os eventos de branqueamento - fenômeno que vem danificando os recifes de coral em todo o mundo - e as mudanças climáticas globais. A concentração de dióxido de carbono na atmosfera tem aumentado nas últimas décadas em uma taxa de várias ordens de magnitude acima dos valores calculados para os últimos 400 mil anos, o que comprova que mudanças climáticas não são somente um fato, mas também já apresentam suas conseqüências (Hoeghe-Guldeberg & Hoeghe-Guldeberg, 2004). Os recifes de coral têm sido apontados como o primeiro e maior ecossistema a sofrer impactos significantes, provocados por essas mudanças. Em 1998, um evento global de branqueamento foi detectado em várias partes do mundo e associado a eventos climáticos globais. Os eventos cíclicos de branqueamento e mortalidade de corais têm aumentado dramaticamente à medida que as temperaturas da água do mar alcançam valores mais altos e que eventos, como o El Niño, ocorrem com maior intensidade e freqüência (Stone et al., 1999). Na Grande Barreira de Corais da Austrália, por exemplo, somente nos últimos cinco anos, foram registrados dois dos piores eventos de branqueamento da história (Hoeghe-Guldeberg & Hoeghe-Guldeberg, 2004).

Não são apenas os eventos ligados à mudança climática global que afetam os recifes de coral, mas também os impactos provocados por usos humanos como a pesca, a poluição e o mau uso do solo, que têm degradado os recifes de todo o mundo.

O mais importante, sob o ponto de vista de manejo e conservação, é que a maioria dos ecossistemas já estava degradada antes de 1900. Os recentes eventos catastróficos de branqueamento e as doenças de corais que têm chamado a atenção e preocupado cientistas e governos, em todo o mundo, na realidade se somam ao problema crônico e severo de declínio dos ambientes recifais. Na verdade, mesmo sem serem considerados efeitos de mudanças climáticas, acredita-se que esses impactos podem vir a destruir nos próximos 30 ou 50 anos, cerca de metade dos recifes hoje existentes (Hoeghe-Guldeberg & Hoeghe-Guldeberg, 2004).

A Conferência das Partes, da Convenção da Diversidade Biológica, já havia decidido integrar os recifes de coral no programa de trabalho em diversidade costeira e marinha, e destacar o levantamento de informações como uma das áreas prioritárias de ação. Em 2002, no World Summit on Sustainable Development, foi especialmente ressaltada a importância de um manejo sustentável, visando aliviar a pobreza e garantir o futuro das pessoas cujas vidas dependem dos recursos provenientes dos recifes de coral.

Os Recifes de Coral no Brasil

Comunidades coralíneas foram registradas no Brasil, desde o Parcel de Manuel Luís, no Maranhão, (cerca de 00°53’ S, 044°16’ W) até os recifes de Viçosa, na área do Arquipélago de Abrolhos (cerca de 18°01’ S, 039°17’ W), além de estarem presentes em ilhas oceânicas, como Atol das Rocas e Fernando de Noronha.

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Os estudos dos recifes de coral no Brasil foram iniciados em 1828, com uma expedição dos naturalistas alemães Von Spix e Von Martius (Spix & Martius, 1828). Darwin (1841) descreveu os bancos de arenito em frente à cidade do Recife. Um estudo mais detalhado foi publicado por Hartt (1870), o qual está relacionado principalmente com aspectos geológicos e algumas observações biológicas dos recifes. Esses primeiros estudos tiveram continuidade com o trabalho de Branner (1904), que fornece uma descrição detalhada dos bancos de arenito da costa nordeste brasileira.

O trabalho mais abrangente sobre o assunto, no entanto, foi realizado mais tarde, na década de 60, por Jaques Laborel, durante sua tese de doutorado pela Universidade de Marseille (Laborel, 1970). O pesquisador francês forneceu uma descrição qualitativa e semi-quantitativa dos recifes brasileiros, ao longo de quase toda a costa Nordeste. Apesar de ter enfrentado em muitas áreas sérios problemas logísticos, o trabalho de Laborel permanece uma referência aos estudos de hoje.

Uma nova fase do conhecimento sobre os recifes de coral brasileiros foi introduzida no começo dos anos 80, quando Zelinda Leão conduziu extensivos estudos sobre os recifes do estado da Bahia, centrados principalmente na estrutura geológica e história dos recifes.

Em 1994, um grupo de pesquisadores e estudantes de várias universidades situadas ao longo da costa brasileira, criou a Sociedade Brasileira para Estudos dos Recifes de Coral – CORALLUS, com o objetivo de estudar e preservar os ambientes recifais no Brasil.

Em 1997, a CORALLUS organizou em Tamandaré, Pernambuco, o Workshop “Recifes de Coral Brasileiros: Pesquisa, Manejo Integrado e Conservação”, que contou com o apoio do Centro de Pesquisas e Gestão dos Recursos Pesqueiros do Litoral Nordeste – CEPENE/IBAMA, do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco – DOCEAN/UFPE, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro e financiamento de várias outras Instituições. Durante o Workshop, foram sugeridos temas e ações necessárias à conservação dos ambientes recifais brasileiros, bem como um alerta ao Governo sobre a importância desses ambientes e os significativos impactos ocorrentes. O evento contou com a participação de vários cientistas internacionais que auxiliaram na elaboração da proposta para manejo, conservação e pesquisa, apresentada ao Governo Brasileiro (Maida et al., 1997).

Na busca de ampliar esses estudos e ordenar o uso do ecossistema recifal na costa nordeste, foi criada, por decreto federal, em 1997, a Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais, situada ao longo dos 135 km de costa, entre os municípios de Tamandaré – PE e Paripueira – AL (Ferreira et al., 2001). A APA Costa dos Corais é a maior Unidade de Conservação Federal Marinha do Brasil, em extensão, (Maida & Ferreira, 2003) e a primeira a proteger grande parte dos recifes costeiros que estão distribuídos por cerca de 3 mil km da costa do nordeste (Ferreira et al., 2001).

Dentro dos limites dessa APA são permitidas diversas atividades antrópicas, com a ressalva de que essas não causem danos ao meio ambiente. Sendo uma Unidade de Conservação de categoria de uso sustentável, a APA deve propiciar o ordenamento dos seus múltiplos usos, buscando conciliar o desenvolvimento costeiro com a conservação ambiental.

Maida & Ferreira (1997) publicaram nos Proceedings do International Coral Reef Symposium, realizado no Panamá, um capítulo intitulado “Coral Reefs of Brazil: Overview and Field Guide”. Castro & Pires (2001) em uma revisão posterior, apresentaram o “status” do conhecimento dos recifes do Brasil e comentaram sobre as lacunas existentes na área de pesquisa dos recifes de coral no Brasil.

A importância dos recifes brasileiros, que ocupam uma área extensa ao longo de 3 mil Km da costa, constituindo-se nas únicas formações recifais do Atlântico Sul, é tão grande quanto as ameaças que esse ecossistema vem sofrendo. No mundo todo, estima-se que a principal causa da degradação dos recifes de coral é o desenvolvimento crescente e acelerado das zonas costeiras e a exploração excessiva dos seus recursos. No Brasil, mais de 18 milhões de pessoas vivem na zona costeira, que representa uma das regiões mais densamente populosas do país, especialmente na região nordeste (Moraes, 1999). A pesca é uma das atividades mais importantes do ponto de vista social, econômico e cultural, mas também um dos maiores impactos aos recifes. O turismo, crescente nesse cenário, com vários projetos de desenvolvimento em andamento, apresenta-se tanto como uma oportunidade como uma ameaça.

Em 1998, a partir de iniciativas do Departamento de Oceanografia da UFPE, do CEPENE, do Centro de Mamíferos Aquáticos – CMA/IBAMA e da Fundação Mamíferos Aquáticos, através de financiamentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID - e do Pew Fellows Program in Marine Conservation, foi desenvolvido o Projeto Recifes Costeiros, com o objetivo de fornecer subsídios para a elaboração participativa do plano de gestão da Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais (Ferreira et al., 2001; Maida, 2003).

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Em 1999, o PROBIO - Projeto para a Conservação e Uso Sustentável da Diversidade Biológica - organizou o Workshop “Avaliação e Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Zona Costeira e Marinha” (http://www.bdt.org.br/workshop/costa). Esse Workshop teve como objetivos: delimitar as áreas prioritárias para conservação da biodiversidade costeira e marinha, e definir ações prioritárias para a conservação dessas áreas, as quais compreendessem realização de inventários e de pesquisas, atividades de manejo, recuperação de áreas degradadas e a criação de novas unidades de conservação. Durante o Workshop, foi levantada a necessidade de programas de monitoramento adequados para os ambientes recifais brasileiros e recomendada a criação de um Programa Nacional de Recifes de Coral, atuando em especial nos aspectos necessários para o desenvolvimento de ações e estudos, voltados para sua conservação e utilização sustentável, e que possibilitassem uma repartição justa e adequada de seus recursos.

Até 2000, época de publicação do segundo “Status of Coral Reefs of the World: 2000” (Wilkinson, 2000), o Brasil era o único país da América do Sul que ainda não havia estabelecido uma rede nacional de monitoramento de recifes de coral, conforme consta no sumário executivo do documento sobre o progresso global na conservação de recifes de coral. Apesar de vários impactos serem conhecidos (Maida et al, 1995; Ferreira & Maida, 2001), sobretudo nos recifes costeiros, de existirem áreas protegidas e legislação específica para a proteção de recifes de coral, a falta de um programa global de monitoramento comprometia a divulgação da importância dos recifes brasileiros e a avaliação do seu estado de conservação, principalmente no tocante às mudanças climáticas globais.

A reversão dessa situação começou em 2002, com a aprovação, pelo PROBIO, do subprojeto “Monitoramento dos Recifes de Coral do Brasil”, coordenado pelo Departamento de Oceanografia da UFPE, com o apoio do Projeto Recifes Costeiros e do CEPENE/IBAMA. O objetivo do projeto, que contou com a participação de vários pesquisadores de outras instituições, foi estabelecer as bases para a implementação de um programa nacional de monitoramento para os recifes de coral brasileiro e também articular e envolver as unidades de conservação existentes nesses ambientes, no estabelecimento de um programa nacional de monitoramento.

No último volume do Status of Coral Reefs, publicado em 2002, a iniciativa do Ministério do Meio Ambiente com o Reef Check foi destacada, juntamente com programas utilizando o protocolo AGRRA, iniciados em 2000, nos Abrolhos, bem como resultados de levantamentos realizados nos Recifes dos Itacolomis, sul da Bahia (Garzón-Ferreira et al., 2002) http://www.aims.gov.au/pages/research/coral-bleaching/scr2002/scr-00.html
Os primeiros resultados do Programa de Monitoramento de Recifes de Coral do Brasil – Reef Check – projeto financiado pelo MMA/SBF, foram publicados em 2006 no livro “Monitoramento dos Recifes de Coral do Brasil: Situação Atual e Perspectivas”, lançado durante a COP 8 em Curitiba.

Durante a COP 8 também foi lançada a segunda edição do Atlas dos Recifes de Coral nas UCs Brasileiras, fruto de uma parceria entre o Projeto Recifes Costeiros, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e o Ministério do Meio Ambiente, com apoio do Wetlands for the Future (WFF). A primeira edição desta publicação bilíngüe (português/inglês) teve a tiragem limitada de 500 exemplares e foi apresentada em diversos encontros nacionais e internacionais entre eles destacam-se: Vth World Parks Congress (África do Sul/2003), 10º International Coral Reef Symposium (Japão/2004) e International Marine Protected Area Congress (Austrália/2005). A segunda edição, lançada em 2006 na COP-8, inclui os demais mapas do ambiente recifal brasileiro, bem como uma análise da representatividade desses ecossistemas sob algumas das categorias de unidades de conservação.

Uma outra importante iniciativa foi a Campanha de Conduta Consciente em Ambientes Recifais, desenvolvida pela Diretoria de Áreas Protegidas do MMA em parceria com o Projeto Recifes Costeiros (BID/UFPE/IBAMA/FMM), o Programa Nacional de Educação Ambiental PNEA/MMA e com o apoio do IBAMA. A campanha lançada em 2001foi apresentada em três tipos de informativos: um cartaz, confeccionado em material impermeável para fixação nos barcos que levam turistas a essas áreas; um folheto, também em material impermeável, a ser distribuído aos mergulhadores e outros visitantes e um livreto contendo informações detalhadas para ser distribuído em escolas, agências de turismo, prefeituras e outras localidades julgadas necessárias. Em 2006 durante a COP 8, o MMA lançou o vídeo sobre a campanha, visando divulgar os princípios da Campanha e a importância dos ambientes recifais brasileiros e contendo legendas em inglês e espanhol. O material da campanha encontra-se disponível no site do MMA:
www.mma.gov.br
www.parquesdobrasil.com.br

Desde a elaboração do Projeto, discutia-se a necessidade de criação de uma entidade com objetivos e regimento mais abrangentes, e ao mesmo tempo, focada na preservação e conservação dos recifes de coral e ecossistemas associados.

Dessa forma, um grupo de pesquisadores, professores universitários e representantes de órgãos ambientais governamentais e não-governamentais criaram o Instituto Recifes Costeiros. O IRCOS – sigla como o Instituto ficou conhecido - é constituído por um Conselho Geral formado por oito conselheiros e uma Diretoria Executiva.

De acordo com sua área de atuação, o IRCOS aborda diversas questões ligadas à temática ambiental, em zonas costeiras e marinhas, tais como: proteção dos recifes de coral; uso sustentável dos recursos naturais; recuperação de áreas degradadas; políticas municipais, estaduais e federais de meio ambiente; estratégias de desenvolvimento locais e regionais; entre outros.

Para alcançar seus objetivos, o IRCOS desenvolve projetos, conscientiza as comunidades locais e promove e participa de palestras, oficinas, mesas redondas, cursos, congressos, workshops, além de divulgar, na imprensa e em revistas especializadas, os resultados das pesquisas e ações desenvolvidas pelo Instituto.

Da mesma forma que o Projeto Recifes Costeiros, o IRCOS trabalha em parceria com o Departamento de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco – DOCEAN/UFPE e o Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Nordeste - CEPENE/IBAMA e tem sua sede no município de Tamandaré (PE).

IRCOS tem funcionado como uma “incubadora de talentos”, congregando jovens pesquisadores e ex-alunos de cursos de pós-graduação da Universidade Federal de Pernambuco.

Referências Bibliográficas

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HARTT, C. P. 1870. Geology and physical geography of Brazil. Fields, Osgood & Co. Boston.
HOEGHE-GULDEBERG, H.; HOEGHE-GULDEBERG, O. 2004. The implications of Climate Change for Australia’s Great Barrier Reef: People and Industries at Risk. WWF Australia, Queensland Tourism Industry Council, Sydney.

LABOREL, J. 1970. Les peuplements de madréporaires des cotes tropicales du Brésil. In: Annales de L’Université D’Abidjan (série E) 2(3):1-260.

LEÃO, Z.M.A.N. 1994. The coral reefs of Southern Bahia. Pp 151-159. In: Hetzel, B. & Castro, CB. Corais do Sul da Bahia. Nova Fronteira, Rio de Janeiro.

MAIDA, M. & FERREIRA, B. P. 1997. Coral reefs of Brazil: an overview. Proc. 8th Int Coral Reef Sym. v.1, p.263-274.

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MORAES, A. C. R. 1999. Contribuições para a Gestão da Zona Costeira do Brasil: elementos para uma geografia do litoral brasileiro. Hucitec, Edusp. São Paulo. 229p.
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WILKINSON, C. 2000. Status of Coral reefs of the World: 2000. Townsville, Australia, Australian Institute of Marine Science and the Global Coral Reef Monitoring Network: 363 pp.

WILKINSON, C. 2002. The Status of the Coral Reefs of the World: 2002. Townsville, Australia, Australian Institute of Marine Science and the Global Coral Reef Monitoring Network: 378 pp.

Presença en Feiras de Turismo

10/04/07

O Miramar Maragogi Resort ***** vem de estar presente nas principais Feiras de Turismo de Brasil e do mundo.

EUROPA

  • WORLD TRAVEL MARKET en Londres
  • ITB Berlín
  • BIT Milán
  • BTL Lisboa
  • FITUR Madrid

BRASIL

  • Workshop CVC en Sao Paulo
  • Brazil National Tourism Mart (BNTM) en Recife
  • Centro-Oeste Tur en Goiânia
  • Minastur em Belo Horizonte (MG)
  • Feria de Salvador
  • Feria de Minas Gerais
  • Feria de Ribeirao Preto

Miramar Maragogi Resort ***** Lançamento Internacional

10/04/07

Com programação de férias e lazer incluindo as capitais de Alagoas e Pernambuco e as praias de Porto de Galinhas e Maragogi, o roteiro da ‘Costa dos Corais’ garante ainda uma ampliação no programa de charters para a região.
Elianni Chalaça, da direção comercial do Miramar, recebeu a confirmação por parte da operadora ILG com sede na Italia. Seis novos charters estão assegurados, com programação anual. A partir de julho, os vôos da Itália, e em outubro, da Hungria, Bélgica, Polônia e Iugoslávia. “Com contratos garantidos por três anos, e operação com reserva de 130 apartamentos. Assim, temos a marca ousada de atuação no mercado internacional, como será característica do Miramar”.

O Miramar está operando com 180 unidades de um total de 310 apartamentos, bangalôs e suítes. Localizado à beira-mar da Praia de Ponta de Mangue, em Maragogi, a 130 kms. de Maceió e 115 kms. do Recife, é uma das novas e grandes atrações da hotelaria de lazer do Brasil.

Brazil National Tourism Mart (BNTM)

24/03/07

Brazil National Tourism Mart (BNTM), 21 a 24 de março

Criação de novos vôos charter e regulares para a região foi a principal discussão da BNTM

Foram tantos os vôos charter negociados e fechados durante a 16ª edição da Brazil National Tourism Mart (BNTM), que talvez sejam eles o melhor indicador do sucesso da feira. Além de serem um sinal inequívoco de que este será um ano pródigo em circulação de turistas estrangeiros, especialmente europeus, no Nordeste. Entre cartões trocados e martelos batidos, pelo menos cinco vôos charter estiveram na pauta do executivos do trade nacional e das operadoras estrangeiras.

Mas fechado mesmo, só um: o charter entre Porto (Portugal) e Recife, custeado pela operadora Costas Galicia, um dos sócios do Miramar Maragogi Resort.

Pelo menos a princípio, estão confirmados 12 vôos, sempre às segundas, com capacidade para 234 passageiros, a partir do dia 30 de julho. Além do Recife, Alagoas também deverá receber parte desse fluxo de visitantes, porque o Miramar será, obviamente, um dos equipamentos hoteleiros oferecidos.

Também graças a articulações durante a feira, o resort receberá visitantes não só de Portugal. Uma parceria com a operadora ILG garantiu o fechamento de 129 quartos a partir de novembro, durante três anos. A previsão é que o destino seja vendido a turistas italianos, alemães, holandeses, russos, poloneses e húngaros.

Mais que oferecer o destino, a ILG pretende fazer o deslocamento desses e de muitos outros visitantes para o Nordeste. Isso porque a operadora é protagonista das discussões em torno de nada menos que quatro dos cinco charteres de que o trade tratou na BNTM. E antes dela também. Dando continuidade a negociações que começaram nas feiras BIT de Milão, em fevereiro, e ITB de Berlim, no começo de março, a ILG anunciou a vinda do operador Exim para a viabilização de um novo charter para Pernambuco. Em princípio, o vôo seria direto e ligaria as cidades de Varsóvia (Polônia) e Recife, com 272 ou 296 lugares, a depender da aeronave.

Luigi Franceschi, presidente da ILG Brasil, diz que a operação já está definida e que Recife funcionará como um gateway para o Brasil. Partindo da cidade, vários tipos de produtos poderão ser oferecidos, como roteiros de praia (Porto de Galinhas e Maragogi) e roteiros temáticos (Pipa, no Rio Grande do Norte, Fernando de Noronha), além de fazendas em Alagoas e na Paraíba.

A previsão é que o vôo comece a operar em outubro e dure seis meses, podendo chegar a 10 meses, a depender do desempenho. Neste primeiro ano, segundo Franceschi, seria um vôo semanal de outubro a maio, mas, no segundo ano de operação já podem ser três vôos de julho a maio. A ILG também estuda implantar vôos charter que liguem o Recife a Holanda, Inglaterra, República Checa e Hungria, para 2008. O presidente da ILG Brasil também aposta no potencial de mercados como a Alemanha e a França para rotas diretas com o Nordeste.

Já a Prefeitura do Recife aposta na Espanha. Durante a BNTM, os executivos da administração municipal retomaram as negociações com a operadora Iberojet para iniciar, também a partir de julho, um charter de Madri para o Recife.

Miramar Maragogi: mais 80 apartamentos até maio

13/03/07

Inaugurado em dezembro de 2006, o Miramar Maragogi Resort, em Alagoas, vai ampliar sua capacidade de atendimento. Hoje são 188 unidades habitacionais divididas entre bangalôs (70), suítes (12), e apartamentos standard (80).

No total serão mais quatro blocos com 20 apartamentos cada, que somarão um total de 80 novos modalidades standard. “Vamos ampliar nossa capacidade para atender o turismo regional”, comenta o gerente de Esportes e Lazer do resort, Silvio Risada, ex-Cabo de Santo Agostinho.

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Detalhe do Miramar Maragogi Resort. Ao lado, a assistente comercial, Ana Assis e Silvio Risada, gerente de Esportes e Lazer do resort (ex-Cabo de Santo Agostinho)

Vía Panrotas -

Centro-Oeste Tur Goiânia

9/03/07

http://www.bj.inf.br/conteudo_visualiza.php?contcod=4881

GOIÂNIA - Reconhecimento aos muitos amigos e parceiros que possibilitaram o avanço contínuo da feira nestes anos e sua consolidação como o evento mais representativo do setor nesta importante região do Brasil. Foi assim que a 12a. edição do Centro-Oeste Tur começou ontem à noite (8), com festa e show para convidados presentes ao espaço Master Hall, em Goiânia. Houve a entrega de troféus para os participantes de cinco anos consecutivos - ‘O Amigo do Centro-Oeste Tur’ - como o Brasilturis Jornal, e para os mais antigos, com dez anos, na Categoria Prata, entre os quais a TAM Linhas Aéreas, Anaconda Operator, Best Western Manibu Recife e o Village Porto de Galinhas.

Logo mais, a partir das 13 horas, começa a exposição que ocupa área de 5 mil m2 no Centro de Convenções de Goiânia. São mais de 400 expositores em 117 estandes, reunindo também novos participantes - como o Miramar Maragogi, novo resort do litoral alagoano, a companhia aérea Air Europa, a Prefeitura Municipal de Gramado (RS), o L’ Etoile, long-stay da capital paulista e a Secretaria Municipal de Turismo de Vitória (ES), além das presenças internacionais da Argentina e do Escritória de Turismo de Israel. São alguns dos novos expositores deste ano.

A expectativa é para 1.200 profissionais circulando durante as seis horas seguidas de exposição. Até 18 horas de ontem, 892 agentes de viagens de Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e triângulo mineiro estavam inscritos.

O registro comum observado na festa de abertura é de que o Centro-Oeste Tur cresceu muito, e a capital de Goiás é um excelente mostruário em negócios do turismo emissivo. Somados, são aspectos que definem a expectativa de mais uma feira com bastante projeção, aproveitando o mercadoa aquecido, tanto assim que está com infra-estrutura maior e expectativa de 15% a mais em negócios.

Visita da ministra Dilma Roussef

23/02/07

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O Miramar Maragogi Resort ***** recebeu a visita da ministra Dilma Roussef. A chefe da Casa Civil da Presidência da República, foi a primeira autoridade do alto escalão de governo federal a conhecer as dependências do novo resort de Maragogi. Foi recepcionada por Serafim Cardoso Silva, presidente do grupo Miramar, e estava acompanhada dos empresários Tarcisio Meira Lins e o filho Luiz Otávio, do Nannai, onde passou em descanso a semana do Carnaval.

Na foto exclusiva de Ricardo Paparazzi, a ministra circula pelo Miramar, acompanhada de Serafim Silva e do prefeito do município de Maragogi, Marcos Madeira.

BrasilTouris Journal http://www.bj.inf.br/conteudo_visualiza.php?contcod=4642

MMR ***** presente en Workshop CVC

12/02/07

Fuente Brasil Turis - http://www.bj.inf.br/conteudo_visualiza.php?contcod=4446

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Evento organizado pela G7 teve 12 mil participantes e 420 expositores

Os números do 13o. Workshop CVC garantiram, mais uma vez, a condição de principal evento de abertura do calendário nacional. Foram 12 mil participantes, com maioria de Agentes de Viagens que chegaram da capital, interior paulista e outros estados que vieram em 60 ônibus procedentes das capitais e dois mil assentos em vôos regulares.
Foram 420 expositores, 232 nacionais e 118 internacionais. Participaram 13 secretarias estaduais de turismo, 10 organismos internacionais, 20 redes hoteleiras e 16 companhias aéreas.
Outros destaques: 40 empresas de tours e receptivos, 5 locadoras e 250 hotéis e pousadas, o setor com maior número de representantes.
A Bolsa de Negócios realizada neste ano apresentou 50 reuniões com 120 representantes.
Os resultados foram comemorados pela organização geral do evento. Afinal, neste ano, toda a responsabilidade ficou com o G7, empresa dirigida por Gustavo Paulus.
O pai, Guilherme Paulus, aproveitou o dia de ontem - menos corrido - para uma reunião com importância destacada para o futuro. Foi com o presidente do grupo Carrefour para o Brasil, uma parceria que está em estudos desde o ano passado.

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Eliani Chalaça, gerente comercial do Miramar Maragogi, novo empreendimento cinco estrelas em Alagoas, presente em Workshop CVC.

Miramar Maragogi Resort entra em operação

1/02/07

Miramar Maragogi Resort entra em operação

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http://www.revistahoteis.com.br/implantacao/implantacao-hoteleira2.htm
O empreendimento que ocupa uma área de 100 mil m2 possui uma ótima infra-estrutura, foi planejado com uma forte preocupação ambiental e fica numa das mais belas praias do Brasil
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Com aspecto natural, os charmosos bangalôs compõem um cenário de tranqüilidade, decoração nativa e muito verde Entrou em operação, em regime de soft-opening, no dia 20 de dezembro do ano passado no Litoral Norte de Alagoas, o Miramar Maragogi Resort, um empreendimento que irá mudar radicalmente o conceito de hospedagem de alta qualidade na Região de Maragogi. O grupo galego Mas Costas, proprietário da cadeia Oca Hotels, em parceria com a Rede Miramar, é quem está realizando este investimento que deve receber cerca de R$ 40 milhões. A terceira fase será concluída no próximo mês de março, quando terá 310 unidades habitacionais, sendo dez suítes com sala privativa, 100 UHs superiores na arquitetura de bangalô, 160 UHs standard e 20 apartamentos familiares (dois quartos e sala). O resort contará também com ampla área para receber os mais diversos tipos de eventos, 12 lojas para comercializar produtos do artesanato local, business center e três restaurantes contemplando a gastronomia regional e internacional. A M. Cassab foi quem forneceu os principais utensílios de mesa. Segundo Jackes Fernandes, responsável pelo atendimento, os talheres são de marca própria, todos 18/10, possuem design e padrão europeu a um custo bastante convidativo, tendo em vista a qualidade que possuem. “Os copos da marca Arcoroc apresentam durabilidade dez vezes maior que os demais vidros e garantem a beleza da mesa, pois são peças únicas e sem imperfeições. Já os pratos Vista Alegre, também de padrão europeu, são imponentes, valorizam e garantem a sofisticação da mesa oferecendo soluções não convencionais. Ao adquirir estes itens fica evidenciada a preocupação do empreendimento com o requinte e qualidade”, ressalta Fernandes.
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Completa e moderna infra-estrutura

A área de lazer conta com uma completa e moderna infra-estrutura que compreende piscinas, quadras esportivas, um spa, Kid´s Club com monitores para entreter a garotada enquanto os pais descansam, centro de mergulho instalado permanentemente para atender exclusivamente aos hóspedes com equipe especializada, praia privativa de frente ao Resort e centro náutico para a prática de esportes aquáticos.
Serafim Silva: “O resort foi desenvolvido com uma forte preocupação ambiental e de responsabilidade social” O empreendimento nasceu da paixão do português Serafim Silva por Maragogi, considerada por ele uma das praias mais encantadoras do País. A mesma paixão ele nutre pela natureza e provou aos empresários que é possível unir lucratividade e consciência ambiental. Existe uma preocupação muito grande neste empreendimento com relação à preservação do meio ambiente e a responsabilidade social. O projeto arquitetônico foi concebido respeitando o arvoredo existente no terreno. Antes de iniciar as obras, Serafim Silva, que é o Diretor presidente do grupo hoteleiro português Miramar, fez um levantamento por GPS de todo o arvoredo existente na região, identificando as espécies e catalogando-as uma a uma. Cada árvore cortada na construção resultou em duas outras, plantadas de forma sistêmica. “O Ibama visitou o resort e parabenizou o andamento das obras”, fala entusiasmado Serafim Silva.
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Empreendimento ecologicamente correto

O conceito ecologicamente correto permeia desde o projeto arquitetônico até mesmo alguns móveis. Os coqueiros que apresentavam problemas foram retirados e tiveram seus troncos esculpidos por artistas locais e se transformaram em bancos que são verdadeiras obras de arte. Cada banco levou cerca de um mês para ficar pronto e exigiu muita habilidade e criatividade dos artistas. Com aspecto natural, os charmosos bangalôs compõem um cenário de tranqüilidade, com direito a rede na varanda, decoração nativa e muito verde. A iluminação utilizada procura destacar as armações em madeiras, as pontes, os coqueiros e as três cachoeiras artificiais construídas dentro do espelho de água que corta todo o resort, que possui 100 mil m2 de área construída. Em todos os bangalôs e apartamentos foram instaladas placas solares para aquecimento de água.
Cada banco do tronco de coqueiro levou cerca de um mês para ficar pronto e exigiu muita habilidade e criatividade dos artistas O conforto e requinte tanto dos apartamentos, como dos bangalôs podem ser observados nos mínimos detalhes e não foram poupados recursos para adquirir produtos de altíssima qualidade. Os refrigeradores compactos de 80 litros são da marca Consul. Com eles, o hotel obtém melhor aproveitamento e organização para os produtos disponibilizados aos hóspedes e também irá economizar muito no consumo de energia. Os televisores são da marca Philco de tela plana de 21”, que possui uma série de recursos tecnológicos que fazem deles um dos preferidos na hotelaria. Entre os recursos destes televisores estão: Modo hotel que padroniza os ajustes de canais, imagem e som que serão utilizados sempre que a TV for ligada, baixo consumo de energia, volume constante para amenizar as variações de som durante os comerciais e na troca de canais, proteção de tela para quando a fonte estiver sem sinal, ajudando a prolongar a vida útil do televisor, ajuste automático para qualquer tensão de rede elétrica, entre outros.
Para garantir a facilidade nas acomodações, os bangalôs contam com sofá-cama da marca Havana, um móvel multiuso que possui revestimento em Corano e Flame, estrutura em madeira de reflorestamento com tratamento antifungo e anticupim, articulação sem braço e espuma com certificação ISO 9001, com padrão de qualidade Americanflex. Cofres e fechaduras eletrônicas fornecidas pela Techner garantem a segurança e privacidade dos hóspedes nos apartamentos e bangalôs. O repouso e sono tranqüilo é garantido pela alta qualidade dos colchões Probel.

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Máximo de conforto aos hóspedes

Como este empreendimento prima pela excelência nos serviços e o máximo de conforto e aconchego dos hóspedes, ele optou pela linha de toalhas especiais Profi Top da Döhler. Esta linha é produzida 100% em algodão e possui uma maior gramatura e absorção de altíssima qualidade. Além das toalhas de banho, rosto e piso, também equipam apartamentos e suítes do resort os leves e versáteis roupões em piquet. O hotel utiliza, ainda, os consagrados blecautes Döhler, na cor marfim, produzidos na proporção de 60% algodão e 40% poliéster. A empresa forneceu ainda os cobre-leitos confeccionados em tecidos Döhler da linha Belize, nas cores verde, mostarda e laranja - esses, produzidos em 70% algodão e 30% poliéster.
Ainda nos banheiros dos apartamentos ou dos bangalôs, os hóspedes podem enxugar os cabelos com rapidez e comodidade graças aos secadores de parede Ga.Ma Italy, que economiza espaço e é de fácil instalação na parede. Além disto, possui duas velocidades com ajuste automático de temperatura e está disponível em 110 ou 220v. Os acessórios sanitários dos banheiros são da linha Single fabricados pela Docol. Eles possuem um design delicado e versátil, combinam em perfeita harmonia com qualquer ambiente, são fáceis de instalar e conferem qualidade, segurança e praticidade, mantendo a organização dos ambientes. Entre os acessórios estão: torneiras e misturadores, saboneteira de parede, cabide, papeleira e porta toalha, prateleira, entre outros.

O conforto e requinte, tanto dos apartamentos como dos bangalôs, podem ser observados nos mínimos detalhes e não foram poupados recursos para adquirir produtos de altíssima qualidadeValorização da mão-de-obra local
A mão-de-obra utilizada na construção do Miramar também engrandece o seu potencial. Moradores da própria região foram admitidos. “Enfrentamos um desafio porque a mão-de-obra não era qualificada. Gastamos mais e as obras se prolongaram além do esperado. Mas com certeza eu sou mais feliz”, diz Serafim Silva. O empresário também resolveu adotar a escola municipal, localizada dentro do terreno no resort. No local, vai complementar os estudos regulares de crianças e adolescentes oferecendo cursos de capacitação e bolsas de estudos. A taxa de analfabetismo em Maragogi atinge 40% da população, segundo o Censo 2000 do IBGE. “Também só vamos comprar fora o que não for produzido na região”, explica, confirmando a parceria firmada com a Cooperativa dos Pequenos Agricultores Organizados de Maragogi (Coopeagro), que reúne trabalhadores de 20 assentamentos da região. Os artesãos locais terão espaço para comercializar suas peças no hotel uma vez por mês, na área de eventos.

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Três restaurantes garantem a alta qualidade gastronômica A experiente Elianni Chalaça é quem está comandando a área comercial e já implantou várias ações de divulgação do destino Maragogi, inclusive no exterior. “Fizemos um estudo de mercado e constatamos que Maragogi é uma praia com crescimento potencial. É perfeito para quem busca tranqüilidade e destinos paradisíacos e já existem, inclusive, equipes comerciais trabalhando para divulgar o destino na Europa”, afirma a Diretora comercial Elianni. Segundo ela, a rede Miramar contratou dois vôos charteres para levar os turistas a Maragogi. “O vôo de Buenos Aires já está funcionando e o outro virá direto de Portugal. Nossos mercados preferenciais são Portugal e Espanha, mas a divulgação será ampliada para Dinamarca, Suécia e Holanda. Estamos formatando pacotes que incluem roteiros de praia e rotas alternativas, pois a região de Maragogi tem muitos engenhos e pontos históricos intocados e que guardam características de dois séculos atrás. Além disso, a praia fica na segunda maior região coralina do mundo, perdendo somente para a grande barreira de corais da Austrália”, explica Elianni.

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O conforto e sofisticação do Miramar Maragogi Resort pode ser observado já na recepção, que utilizou materiais nobres no acabamento A expectativa de Serafim é que a taxa de ocupação chegue a 80% já em 2008. “Temos um produto com uma ótima infra-estrutura e serviços, com preocupação ambiental e responsabilidade social que os turistas estrangeiros exigem, estamos investindo pesado na divulgação do destino Maragogi e nossa tarifa é bastante competitiva”, destaca Serafim. Segundo ele, até março, a tarifa praticada será all inclusive, ou seja, todas as refeições e bebidas nacionais inclusas na hospedagem.