
Os esmerados trabalhos enchem os olhos dos turistas nacionais e estrangeiros. O artesanato de Alagoas é um dos mais ricos e variados do Nordeste e é produzido em todos os quadrantes do Estado. São trabalhos em palha, cerâmica, madeira, couro, casca de coco, fibra da bananeira e bordados em geral confeccionados por pessoas simples das comunidades que têm no artesanato uma fonte de renda.
Há outros produtos artesanais ligados à gastronomia que fazem o maior sucesso, como, por exemplo, as broas e sequilhos produzidas no município de Maragogi, no litoral Norte de Alagoas, cuja sede dista 131 quilômetros de Maceió.
Em Maceió, a capital, a referência do artesanato, na linha de bordados, é o bucólico bairro do Pontal da Barra, à margem da Lagoa Mundaú, onde os homens são pescadores e as mulheres exímias artesãs, que, em seus teares de madeira, produzem belíssimos desenhos em filé, renda e labirinto.
As toalhas de mesa, passadeiras, xales, colchas, blusas vestidos e saídas de praia coloridas confeccionadas pelas artesãs do Pontal da Barra ficam expostas à porta das residências e em estabelecimentos comerciais espalhados por todo o bairro, onde os turistas, invariavelmente, compram produtos artesanais para levar como lembrança e também para presentear parentes e amigos.
Todavia, a arte popular, na capital alagoana, não é só de bordados de filé e labirinto, encontrados facilmente na praia de Pajuçara – na feirinha e no Pavilhão do Artesanato -; na praia da Avenida, no Armazém Sebrae e na feira de artesanato ao lado do Memorial à República, e no Mercado do Artesanato, no centro comercial da cidade. Nesses locais são comercializados também objetos e adornos à base de cerâmica, palha de taboa e coco ouricuri, madeira, cerâmica, vime, etc.
Na verdade, a produção artesanal de Alagoas é dominada pelas mulheres, cujos trabalhos são feitos com esmero e dedicação. Na vizinha Marechal Deodoro, a primeira capital do Estado, distante 28 Km de Maceió, o filé e o labirinto constituem a dupla de maior expressão na arte de bordados da região. Os produtos são vendidos na sede do município e nas lojas de artesanato da praia do Francês.
Com relação à renda de bilros, trabalho muito delicado, merece registro a criatividade das rendeiras da cidade de São Sebastião, a 130 quilômetros de Maceió. São rendas de trança, bicos, aplicações e outros artifícios.
Já o redendê e o ponto-de-cruz são bordados encontrados na maioria dos municípios do baixo São Francisco, principalmente na cidade de Porto Real do Colégio, distante 173 quilômetros de Maceió, na divisa de Alagoas com Sergipe.
Porém, é no município de Pão de Açúcar, na Região do Cânion do São Francisco, precisamente na Ilha do Ferro, que é produzido um tipo de bordado, único no Brasil – chamado "boa-noite", que reproduz uma flor da caatinga. O ofício é exercido por mulheres e prima pela beleza. Já os homens confeccionam artesanato à base de troncos e galhos de madeira, preservando a sua rusticidade, representando pássaros da região e miniaturas de embarcações.
O artesanato é a maior fonte de renda dos moradores da Ilha do Ferro, que fica a 18 quilômetros da sede do município, que, por sua vez, dista 227 quilômetros de Maceió.
Os produtos em cerâmica utilitária, como caqueiras, panelas, moringas, potes etc, são encontrados em todas as feiras-livres do Estado e também nos mercados de artesanato de várias cidades. Em Penedo, na região da Foz do Velho Chico, a 160 quilômetros de Maceió, são comercializados também produtos artesanais feitos à base das palhas de coqueiro ouricuri e de taboa.
Já em União dos Palmares, na Região dos Quilombos, distante 83 quilômetros de Maceió, são vendidas peças em cerâmica produzidas no povoado Muquém – reduto de negros remanescentes do Quilombo dos Palmares – e ainda peças confeccionadas com fibra da bananeira e filé – produzidas em Maragogi, no litoral Norte alagoano -, que foram apresentadas no II Salão do Turismo, ano passado, em São Paulo, sendo "case" de sucesso do artesanato.
Em Maio de 2007, o artesanato alagoano foi destaque na feira de artesanato da cidade de Porto Alegre/RS, quando foram comercializados produtos à base de filé confeccionados em Maceió e Marechal Deodoro; bolsas feitas da palha da taboa de Feliz Deserto, bolsas coloridas da palha de ouricuri, de Coruripe, no litoral Sul, e almofadas, bolsas, passadeiras e jogo americano produzidas em Boca da Mata, no Agreste alagoano.
Via: http://www.artesanato.com/artesanato-de-alagoas/
No artesanato, por onde andar o visitante encontrará rendas e bordados de beleza inconfundível, retrato de uma cultura que em Alagoas passa de mãos em mãos através das gerações. Rendas que se transformam em toalhas de mesa, panos de bandeja e de pão, colchas, lençóis, fronhas, blusas e até vestidos de noiva. O filé, a renda alagoana, em Maceió e Marechal Deodoro. O labirinto, em Marechal Deodoro. O redendê e o ponto cruz, em Porto Real do Colégio, Traipú e São Brás Boa-noite em Pão de Açúcar e rendas de bilro em São Sebastião. Os traçados em palha ouricuri, no litoral sul, em Coruripe, Piaçabuçu e Feliz Deserto. São cestos "moisés", porta-jóias, jogos americanos, bolsas, sacolas. Incríveis são os "santeiros' de Penedo e os bichos de madeira feitos em Boca da Mata.
Labirinto - Tipo de bordado de origem Portuguesa, cuja técnica consiste em desfiar a fazenda para depois realizar com agulha e linha desenhos de flores, frutas etc.
Filé - Arte em renda genuinamente alagoana. Trabalho elaborado a partir de uma rede tecida em algodão, presa por pregos a uma peça de madeira (quadrado ou retângulo), onde são traçados pontos com agulha de mão, cujo resultado são peças para o vestuário (blusas, vestidos, saias) e cama e mesa, (colchas, toalhas, etc).
Os motivos geralmente são características florais ou geométricas.
Cerâmica - Arte de transformar a argila em produtos de utilidade, decoração lúdicas.
Produtos: A Cerâmica Utilitária Simples: potes, jarras, porrões, quartinhas, panelas, frigideiras, filtros, cuias, cachimbos de barro, papeiros, cuscuzeiros, cacos de torrar café, buião e fogareiros.
A Cerâmica Utilitária Figurativa: ex-votos, cofres, bonecas e boizinhos.
A Cerâmica Decorativa: caqueras, samaritanas e jarros.
Localidades: Igreja Nova, Maceió Marechal Deodoro, Passo de Camaragibe e Porto Real do Colégio.
Madeira - Produtos: imagens religiosas, carrancas e esculturas de bichos da fauna alagoana e brasileira.
Cidades: Arapiraca, Penedo e Boca da Mata
Redendê e Ponto de Cruz - Trabalho artesanal praticado em linhas coloridas.
Produtos: colchas, pano de mesa, saias, blusas, fronhas, toalhas.
Cidades: Porto Real do Colégio, Traípu e São Brás.
Renda de Bilro - Barrado tecido com linha de-algodão presa por alfinetes a uma almofada redonda e dura traçados pela troca de posição dos bilros (pedaço de madeira onde a linha fica amarrada) que servem de adorno para peças de algodão (vestidos, blusas, saias, colchas, fronhas, toalhas etc.).
Escultura - Cidades: Arapiraca, Boca da Mata, Igreja Nova, Japaratinga, Limoeiro de Anadia, Palmeira dos Índios, Penedo, Piaçabuçu, Pilar, Piranhas, Porto Real do Colégio, Satuba e Traípu.
Tecelagem - Produtos: redes de pesca, jereré, puçá, rendas de bilro, filés e labirintos.
Cidades: Campo Alegre, Coqueiro Seco, Delmiro Gouveia, Limoeiro de Anadia, Marechal Deodoro, Maceió e São Sebastião
Trançados - Origem indígena são artigos fabricados a partir da palha de palmáceas próprias da região, principalmente o ouricuri.
Produtos: Trançado de palha: bolsas, chapéu, abano, vassoura e esteiras. Trançado de cipó: cestas, balaios, samburás, caçuás, covos, urupembas e esteiras.
Cidades: Água Branca, Coruripe, Feliz Deserto, Girau do Ponciano, Palmeira dos Índios Paripueira, Piaçabuçu, e Taquarana.
Artesanato Local
O artesanato alagoano, pode ser encontrado nos seguintes locais:
Núcleo Artesanal do Pontal da Barra
Mais de 280 lojas distribuídas em todo o bairro com variados trabalhos do artesanato alagoano.
Funciona diariamente das 8h às 18h30min
Pontal da Barra - Maceió
Feirinha de Artesanato da Pajuçara
Av. Antonio Gouveia, s/n, Pajuçara
Cerca de 200 barracas funcionam de 2ª a 6 ª das 16h às 22h
Sábados e feriados das 10h às 22h
Domingos das 10h às 20h
Casa do Artesão
Av. Amélia Rosa, s/n, Jatiúca
2ª a 6 ª das 8h às 12h e das 14 às 18h.
Mercado de Artesanato de Maceió
Rua Melo Morais, 617 - Levada
81 lojas funcionam de 2ª a 6 ª das 8h às 18h
Sábados das 8h às 12h
Via:http://www.turismo.al.gov.br/conhecendo-alagoas/cultura/artesanato

http://www.geranegocio.com.br/artnet/
No catálogo você vai encontrar a cultura de Alagoas em forma de artesanato. Aqui estão reunidos trabalhos de artesãos de várias regiões do estado. Alagoanos que conseguem transformar materiais rústicos, retirados do ambiente cotidiano, em arte.
O primeiro catálogo eletrônico de produtos artesanais de Alagoas foi criado após a iniciativa conjunta do Governo de Alagoas através da Secretaria Executiva de Indústria, Comércio e Serviços, do Estado de Alagoas, Banco do Nordeste e Sebrae Alagoas. O objetivo dos órgãos envolvidos é incentivar a formação de grupos para execução de atividades ligadas ao artesanato e viabilizar o comércio destes produtos dentro do Brasil e em outros países.

Da vontade de brincar surgiu a festa. Da festa, surgiu o desejo de que toda a sua grandeza, seu poder agregador e sua alegria não acabassem da Quarta-feira de Cinzas. Desejo que foi incorporado pela Prefeitura do Recife e que fez o carnaval mais do que um megaevento, um patrimônio cultural de todo o povo.
Democrático, autêntico, popular. A política da atual gestão, desde 2001, promove a descentralização da festa, garantindo a todos o acesso a um dos maiores bens culturais no País.
Um evento sem igual, plural, mágico. Sem cordão de isolamento, porque a alegria tem que correr solta. O Carnaval Multicultural do Recife é sobretudo uma manifestação de respeito às diferenças culturais, sociais e até de estilos. Valores foram resgatados, e a tradição agora brinca junto com a contemporaneidade, de igual pra igual. Carnaval assim só se vê por aqui. E no que depender do trabalho realizado todos esses anos, essa alegria vai durar para sempre. Faça Parte dela.

O Frevo é um ritmo pernambucano derivado da marcha e do maxixe. Surgido no Recife no final do Século XIX, o frevo se caracteriza pelo ritmo extremamente acelerado. Muito executado durante o carnaval, eram comuns conflitos entre blocos de frevos, em que capoeiristas saíam à frente dos seus blocos para intimidar blocos rivais e proteger seu estandarte. Da junção da capoeira com o ritmo do frevo nasceu o passo, a dança do frevo.
Até as sombrinhas coloridas seriam uma estilização das utilizadas inicialmente como armas de defesa dos passistas.
A dança do frevo pode ser de duas formas, quando a multidão dança, ou quando passistas realizam os passos mais difíceis, de forma acrobática. O frevo possui mais de 120 passos catalogados.
Pode-se afirmar que o frevo é uma criação de compositores de música ligeira, feita para o carnaval. Os músicos pensavam em dar ao povo mais animação nos folguedos. No decorrer do tempo, a música ganha características próprias acompanhadas por um bailado inconfundível de passos soltos e acrobáticos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Frevo
http://www.terrabrasileira.net/folclore/regioes/5ritmos/frevo.html

Alagoas não só é conhecida por suas belas praias. A culinária deliciosa e diversificada é também atração turística. São várias as especialidades encontradas nos cardápios dos restaurantes e bares, onde os destaques são para a qualidade e variedade dos frutos do mar; dos vários tipos de carnes, dos doces e dos sucos de frutas tropicais.
O turista não esconde o seu fascínio pelos frutos do mar e das lagoas. são 230 Km de litoral, várias lagoas e rios, produzindo o que há de melhor e saudável em frutos das águas . O sururu, por exemplo, é genuinamente alagoano. Trata-se de um mexilhão extraído das lagoas, com alto teor de proteínas, preparado sob diversas formas. A moqueca de mariscos, fritada de siri, maçunim ao coco, carapeba frita, camarão, polvo, patinha de uçá, siri, ostras, agulhinha frita, caranguejo, guaiamu, pitu, ostra e casquinhas de siri também são atrações gastronômicas.
A culinária alagoana também de destaca por pratos da comida regional, como a tradicional carne-de-sol com fava e feijão verde, picanhas grelhadas na chapas aquecidas a álcool, pernis, bistecas, frangos assados e a nobres carnes de avestruz e de búfalo, uma atração à parte.
Para acompanhar as refeições, deliciosos sucos de laranja, acelora, mangaba, graviola, caju, goiaba, umbu, maracujá, pinha entre outros.
Como sobremesa, uma tentação: doces de frutas variadas: mamão, caju, jaca, goioba, abacaxi, que podem ser degustados com queijo tipo coalho ou manteiga; cocadas, broas de goma, sequilhos, sem esquecer as deliciosas tapiocas. Nas praias, é comum saborear um bom caldo-de-cana, água de coco, coquetel de abacaxi, caldinhos e batidas de frutas tropicais de sabores inigualáveis.

Durante a década de 80 o Projeto Peixe-Boi Marinho promoveu a conscientização do risco que a espécie corria de desaparecer do litoral brasileiro. Tanto que em 1989, com as recomendações do Projeto, o peixe-boi foi citado na Lista Oficial Brasileira de Espécies Ameaçadas pelo recém criado IBAMA.
Com a criação do "Centro Peixe-Boi" em 1990 e sua promoção para Centro Nacional de Pesquisa, Conservação e Manejo de Mamíferos Aquáticos em 1998, o Projeto Peixe-Boi passa a ser um dos projetos executivos do CMA, executado em conjunto com a FMA
Na segunda década do Projeto os esforços foram concentrados em minimizar o estado de conservação do peixe-boi, através do alcance de metas estrategicamente traçadas e avaliadas.
Para cumprir sua função, o Projeto Peixe-Boi resgata, reabilita e reintroduz peixes-bois em seu hábitat. A reprodução e o nascimento de filhotes em cativeiro também são elementos importantes dessa estratégia, tendo sido registrado o primeiro nascimento de peixes-bois gêmeos da América Latina na Unidade de Resgate e Reabilitação do Projeto Peixe-Boi.
Há registros vitoriosos de animais que passaram por esse processo, foram reintroduzidos e hoje são monitorados diariamente em seu ambiente natural pela equipe técnica do Projeto, através da radiotelemetria.
Ao todo, a equipe do projeto já resgatou 35 peixes-bois, salvos de cativeiros inadequados ou vítimas de encalhes. Depois de passarem por um profundo processo de reabilitação, nove desses animais foram devolvidos com sucesso à natureza. Dois outros encontram-se em fase de readaptação à vida selvagem no cativeiro natural do projeto, localizado em Barra de Mamanguape, na Paraíba. Oito peixes-bois estão nos oceanários na sede do projeto, onde podem ser visitados pelo público, e cinco filhotes se recuperam em regime fechado.
Estes números são bastante expressivos, considerando que a espécie contabiliza o alarmante número de cerca de 500 animais em vida livre na costa brasileira, o que faz do peixe-boi marinho o mamífero aquático brasileiro mais ameaçado de extinção.
Sede Nacional do Projeto Peixe-Boi em Itamaracá (http://www.ibama.gov.br/cma )
Nos oceanários é possível dar todo o tratamento de que os filhotes encalhados precisam para uma plena recuperação. Com o passar dos anos e à medida em que aumentava o conhecimento das pessoas sobre o trabalho desenvolvido em Itamaracá, a vinda de filhotes resgatados em situação de encalhe passou a ser cada vez mais freqüente, contribuindo de forma decisiva para a conservação da espécie na costa do Nordeste brasileiro.
Na Unidade de Reabilitação são feitos estudos sobre a biologia, comportamento, alimentação e fisiologia, além de estudos médico-veterinários, sangüíneos e genéticos. Com isso, tem-se uma oportunidade única de estudar a espécie de peixe-boi que ocorre no litoral brasileiro.Nos oceanários vivem também peixes-bois que estavam em cativeiros inadequados, como Xica (ver Seu Amigo Peixe-Boi), que passou mais de vinte e cinco anos num pequeno tanque numa praça do Recife.
Foi em Itamaracá que em dezembro de 1996 nasceu o primeiro filhote de peixe-boi em cativeiro da América Latina. Era Xiquito, filho de Xica.
Em abril de 1997, o Projeto Peixe-Boi teve outra vitória: o nascimento de gêmeas.A experiência desenvolvida em Itamaracá permitiu que os oceanários abrigassem não apenas os filhotes de peixe-boi resgatados, mas também outros mamíferos que encalham na costa nordestina, como pinípedes e cetáceos.
a Sede do Projeto, os visitantes podem conhecer melhor a vida dos sirênios, pois os amplos oceanários permitem uma visão perfeita dos animais e dos manejo destes. Além da observação direta, eles têm acesso a vídeos, exposições fotográficas e palestras.

Maceió e Maragogi estão entre os municípios considerados pelo Ministério do Turismo como destinos indutores do desenvolvimento turístico regional. Após avaliação técnica de roteiros indicados por todas as unidades da federação, as duas cidades foram escolhidas entre os 65 destinos priorizados para receber investimentos técnicos e financeiros do governo federal.
O Programa de Regionalização do Turismo analisou 87 roteiros que os estados e o Distrito Federal consideraram em estágio avançado de organização e selecionou os 65 destinos que serão trabalhados para alcançar a meta do Plano Nacional do Turismo (PNT). Para isso, o ministério firmou convénio de R$ 1 milhão com a Fundação Getílio Vargas (FGV) para elaboração de metodologia capaz de aferir o nível de competitividade dessas localidades.
A seleção dos 65 destinos seguiu critérios técnicos, mas também considerou que todas as unidades e suas capitais deveriam ser contempladas. Além disso, um único estado poderia ter no mínimo um e no máximo cinco destinos. Para ser considerado um destino indutor, o município deve possuir infra-estrutura básica e turística, ter atrativos qualificados e ser um núcleo receptor e distribuidor de fluxos turísticos. A principal característica dos destinos selecionados é que eles possuem capacidade de atrair e distribuir um significativo número de turistas e dinamizar a economia do seu entorno. Além de priorizar investimentos técnicos e financeiros, o que o MTur propôe, por meio do programa de regionalização, é que esses destinos sejam foco de articulações e busca de parcerias com outros ministérios e instituições. Segundo o ministério, os destinos indutores terão a responsabilidade de propagar o desenvolvimento nos roteiros e nas regiões turísticas.
“Para elevar a qualidade desses destinos é preciso conhecer o nível de competitividade de cada um deles. A partir daí, poderemos traçar um plano de ação para atuar de maneira mais objetiva e, consequentemente, definir o padrão de qualidade ideal para atender o turista”, explicou a ministra Marta Suplicy, acrescentando que o crescimento do turismo brasileiro depende de ações em destinos capazes de impulsionar o desenvolvimento da região na qual estão inseridos. No caso de Maceió e Maragogi, os investimentos na regionalização do turismo irão beneficiar mais de 10 municípios localizados no litoral Norte alagoano.
Investimentos - O Programa de Regionalização do Turismo - Roteiros do Brasil já investiu, de 2004 a 2007, R$ 56 milhões na gestão das regiões turísticas. A regionalização apresentou ao país uma nova perspectiva para o turismo brasileiro por meio da gestão participativa dos envolvidos no processo de estruturação, promoção e comercialização de roteiros turísticos.
Um dos objetivos do programa é a desconcentração da oferta turística brasileira, localizada predominantemente no litoral, promovendo a interiorização da atividade e a inclusão de novos destinos nos roteiros já comercializados.